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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A Direção‐Geral da Saúde e o Infarmed emitem comunicado


A Direção‐Geral da Saúde e o Infarmed estão atentos a todos os desenvolvimentos no caso dos implantes mamários da marca francesa PIP e, na sequência deste assunto, emitiram um comunicado com os procedimentos e recomendações a adotar.

Deste documentos gostaríamos de realçar a importância das "mulheres que fizeram implantes da marca PIP consultarem o cirurgião ou médico assistente na Unidade onde lhes foi colocado o implante".

É importantes que estas mulheres o façam para que tenham o acompanhamento e tratamento adequado, que assim lhes será assegurado pelo Sistema Nacional de Saúde.

O SNS "assegura a explantação, de todas as mulheres que tenham complicações resultantes da colocação de implantes mamários, nomeadamente quando houver evidência de rotura ou de inflamação periprotésica, ou por outra razão resultante da avaliação clínica".

Nos casos de reconstrução mamária pós‐mastectomia ou dos implantes da marca PIP terem sido colocados no Serviço Nacional de Saúde será ainda assegurada a implantação de nova prótese.

Leia aqui o comunicado.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Implantes mamários da marca francesa PIP podem ser prejudiciais


As autoridades de saúde europeias e dos países onde foram comercializados implantes mamários fabricados pela PIP (Poly Implant Prothèse) estão alerta relativamente aos riscos de saúde associados à sua utilização.



O Ministério público de Marselha está a investigar esta empresa por suspeita de fraude, alegando que para reduzir os custos tenha mudado o silicone utilizado nas próteses para um industrial não aprovado para uso médico.

Segundo a Direcção Geral de Saúde, a marca PIP foi utilizada em Portugal até 2010, ano em que o INFARMED suspendeu a sua comercialização. Estima-se que 1500 a 2000 mulheres portuguesas tenham estas próteses impantadas.

Esta marca foi ainda comercializada em países como França, Espanha, Grã-Bretanha, Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela.

Aconselha-se a que, no caso de ter sido submetida a uma intervenção cirúrgica deste género em Portugal ou num dos países mencionados, não entre em pânico mas consulte o seu cirurgião como medida de precaução.

Consulte o comunicado da DGS